quarta-feira, 17 de novembro de 2021

Santa Isabel da Hungria

 Quando Isabel faleceu, aos 24 anos, era considerada “Santa” por muitos. Foi noiva aos 14 anos, mãe aos 15 e viúva aos 20. Tendo ficado sozinha, escolheu a pobreza franciscana da Ordem Terceira. Visitou os doentes e assistiu-lhes, mesmo os fétidos, não obstante a sua soberana linhagem do trono da Hungria.

Santa Isabel da Hungria e da Turíngia, OFS (Pressburgo(?), 7 de Julho de 1207 – Marburgo, 17 de Novembro de 1231) , filha de André II da Hungria e da rainha Gertrudes de Andechs- Meran, descendente da família dos condes de Andechs-Meran.

Do lado materno, era sobrinha de Santa Edwiges, tia das santas Cunegundes (Kinga) e Margarida da Hungria e tia-avó de Santa Isabel de Portugal e do lado paterno prima de Santa Inês da Boêmia. Casara-se com o Duque Ludwig da Turíngia, filho do Landgrave Hermano I e de Sofia da Bavária, soberano de um dos feudos mais ricos do Sacro Império Romano-Germânico. O noivado foi realizado no Castelo de Wartburg, em Eisenach, capital do Ducado da Turíngia, quando Isabel tinha apenas 4 anos e Luís 11.

Os dois príncipes tiveram três filhos e, realmente, apaixonaram-se e viveram uma grande e intensa história de amor, num matrimônio exemplar, que atraiu sobre Isabel os ciúmes de sua sogra, a duquesa Sofia, e demais parentes do esposo. Foi fortemente influenciada pela espiritualidade franciscana, cuja ordem surgiu naquela época. Quis viver uma pobreza voluntária total, no que foi desaconselhada pelo seu diretor espiritual, Conrado de Marburgo, que a aconselhou a viver as virtudes do seu estado.

Dela conta-se que, certa vez, quando levava algumas provisões para os pobres nas dobras de seu manto, encontrou-se com seu marido, que voltava da caça. Espantado por vê-la curvada ao peso de sua carga, ele abriu o manto que ela apertava contra o corpo e nada mais achou do que belas rosas vermelhas e brancas, embora não fosse época de flores. Dizendo-lhe que prosseguisse seu caminho, apanhou uma das rosas, que guardou pelo resto de sua vida.

Em outra situação, avisado pela mãe de que a esposa havia acolhido um leproso sobre o próprio leito, Ludwig correu para lá, mas os olhos de sua alma se abriram e ele contemplou uma imagem de Cristo Crucificado. Ludwig apoiava e auxiliava a amada esposa em suas grandes obras de caridade. Porém, tamanha prodigalidade para com os pobres irritava os seus cunhados, os príncipes Henrique e Conrado da Turíngia.

Ao partir para as cruzadas acompanhando o imperador Frederico II, Ludwig faleceu de peste em Otranto, o que causou enorme dor em Santa Isabel, que recebera a notícia da morte em outubro, após o nascimento da terceira filha, Gertrudes. Esta dor, entretanto, foi ainda acrescida de maiores agruras quando seus cunhados, livres do temor que nutriam pelo irmão mais velho, expulsaram-na do castelo com seus filhos, em pleno inverno, sem dinheiro e sem mantimentos, e ainda proibindo o povo de agasalhá-la e a seus filhos.

Resgatada mais tarde por sua tia Matilda, Abadessa do Convento Cisterciense de Ktizingen, Isabel preferiu confiar a seus parentes a educação dos três filhos – Hermano, Sofia e Gertrudes – e quis tomar o hábito da Ordem Terceira de São Francisco, junto de suas duas fiéis damas de companhia Jutta e Isentrude.

Seu confessor e Mestre, algum tempo depois, juntamente com os cavaleiros que tinham acompanhado o Duque da Turíngia à cruzada, corajosamente enfrentaram os Príncipes, irmãos do duque falecido, e exortaram-lhes a crueldade praticada contra a viúva de seu próprio irmão e contra seus sobrinhos. Os príncipes não resistiram às palavras dos cavaleiros e pediram perdão a Santa Isabel e a restauraram em seus bens e propriedades.

Mestre Conrado de Marburgo a orientou numa vida de renúncia (não sem ele mesmo impor-lhe uma rígida e sufocante disciplina que precisou da intervenção dos amigos para ser abrandada), e ela usou parte de sua fortuna para construir um Hospital em honra a São Francisco de Assis em Marburgo. Nesta época de sua vida, a santidade de Isabel manifestou-se de forma extraordinária, e seu nome tornou-se famoso em todas as montanhas da Alemanha. Dizia-se que São João Batista vinha lhe trazer pessoalmente a comunhão e que inúmeras vezes ela foi visitada pelo próprio Jesus Cristo e pela Virgem Maria, que a consolavam em seus sofrimentos. Uma de suas amigas depôs no processo de canonização que surpreendeu várias vezes a santa elevada no ar a mais de um metro do chão, enquanto contemplava o Santíssimo Sacramento absorta em êxtase contemplativo. Perguntada certa vez sobre que fim queria dar à herança que lhe pertencia disse: “Minha herança é Jesus Cristo!”.

Henrique ficou como Regente de ducado durante a menoridade do sobrinho mais velho, o novo Duque soberano, porém Isabel preferiu viver na pobreza absoluta, o que muito desejava, retirou-se primeiro para Eisenach, depois para o Castelo de Pottenstein e, finalmente, para uma modesta residência em Marburgo onde às suas expensas mandou construir o Hospital de Marburgo, ingressou na Ordem Terceira Franciscana e aí, em Marburgo, prestou assistência direta aos pobres e doentes, onde veio a falecer poucos anos depois, em 1231, com apenas 24 anos. Foi sepultada com grandes honras. Na Alemanha, também seu marido Ludwig e sua filha Gertrudes são honrados como santos.

Dela disse o Cardeal Ratzinger Arcebispo de Munique, Papa Bento XVI: “O que fez foi realmente viver com os pobres. Desempenhava pessoalmente os serviços mais elementares do cuidado com os doentes: lavava-os, ajudava-os precisamente nas suas necessidades mais básicas, vestia-os, tecia-lhes roupas, compartilhava a sua vida e o seu destino e, nos últimos anos, teve de sustentar-se apenas com o trabalho das suas próprias mãos (…)”.

Deus era real para ela. Aceitou-o como realidade e por isso lhe dedicava uma parte do seu tempo, permitia que Ele e sua presença lhe custassem alguma coisa. E como tinha descoberto realmente a Deus, e Cristo não era para ela uma figura distante, mas o Senhor e o Irmão da sua vida, encontrou a partir de Deus o ser humano, imagem de Deus. Essa é também a razão por que quis e pôde levar aos homens a justiça e o amor divinos. Só quem encontra a Deus pode também ser autenticamente humano. (Da homilia na igreja de Santa Isabel da Hungria de Munique, em 2 de dezembro de 1981).

Foi canonizada pelo Papa Gregório IX em 1235. Por ocasião do VII Centenário do seu nascimento (20 de novembro de 2007) a Cidade do Vaticano fez uma emissão extraordinária de selo comemorativo do evento com 300.000 séries completas, com 10 selos por folha. É padroeira da Ordem Franciscana Secular.

Santa Isabel da Hungria, rogai por nós!



terça-feira, 22 de junho de 2021

Pastoral familiar

Aconteceu no dia 22 de junho, formação da Pastoral familiar com nosso pároco Padre Geraldino, os Objetivos da Pastoral Familiar baseados no Diretório da Pastoral Familiar. Tem como objetivos gerais: Ajudar as famílias no aprendizado do diálogo, na educação da efetividade e na preparação para os sacramentos. Oferecer apoio aos casais em dificuldades familiar. 

quinta-feira, 17 de junho de 2021

Comunidade São Pedro

É com grande alegria, que a Comunidade São Pedro, bairro Pinheiros, anuncia o tríduo festivo em honra a seu padroeiro, São Pedro! 
Celebraremos a festa tomando todos os cuidados prescritos pela OMS, será obrigatório o uso de máscara, e haverá a disponibilização de álcool gel em todas as portas da Capela. Venham celebrar conosco!

quarta-feira, 16 de junho de 2021

Formação da Pastoral do Batismo

No dia 16 de junho aconteceu mais uma formação da Pastoral do Batismo!
O sacramento do Batismo é o fundamento de toda vida cristã, dele emerge todos os demais sacramentos existentes na Igreja. Para a direção do sacramento do Batismo, existe a Pastoral do Batismo. O conceito da Pastoral é conscientizar pais e padrinhos sobre a importância do batismo e dos demais sacramentos. Promover encontros de formação, com pais e padrinhos, visando à recepção do Batismo. A celebração acontece todo o 4° domingo do mês, devendo as famílias previamente procurar a secretaria paroquial para fazer a inscrição e receber informações.
Faça parte das Pastorais em nossa Paróquia, caso tenha interesse em conhecer mais a Pastoral do Batismo, procure os seus . ou converse com nosso Pároco Padre Geraldino.

terça-feira, 25 de maio de 2021

Santa Maria Madalena de Pazzi

 Nasceu no dia 2 de abril de 1566, em Florença, na Itália. Batizada com o nome de Catarina, era pertencente a nobre família Pazzi.

Desde muito cedo, viu-se chamada à vida religiosa e queria consagrar-se totalmente ao Senhor. Tinha apenas oito anos quando o padre Rossi, jesuíta, começou a ouvi-la em confissão. Recebeu sua Primeira Comunhão aos dez anos e, contrariando o desejo dos pais, aos dezesseis anos abandonou tudo: os bens e os projetos para ingressar no convento de Santa Maria dos Anjos. Ali, por causa de uma grave doença, teve de fazer os votos antes das outras noviças, vestiu o hábito e tomou o nome de Maria Madalena.

Favorecida pelos dons especiais do Espírito Santo, viveu experiências místicas impressionantes, onde eram comuns os êxtases durante a penitência, oração e contemplação, originando extraordinárias visões proféticas. Para que essas revelações não se perdessem, seu superior ordenou que três irmãs anotassem fielmente as palavras que Maria Madalena dizia nessas ocasiões.

Foi provada na fé durante cinco anos, experimentando a escuridão e a aridez espiritual. Suas dores e enfermidades aumentavam dia após dia e não se compreendia como um corpo tão fraco podia resistir a tantos males. Suportou a tudo sem nenhuma queixa, entregando-se exclusivamente à Paixão de Jesus.

Sofreu com várias enfermidades até que entrou no Céu, com 41 anos, no dia 25 de maio de 1607. Faleceu no convento de Santa Maria dos Anjos, que hoje leva o seu nome.

Beatificada pelo Papa Urbano VIII, no ano de 1626, foi inserida no catálogo dos Santos em 1669, pelo Papa Clemente IX. Seu lema foi: “Padecer, Senhor, e não morrer!”

Santa Maria Madalena de Pazzi, rogai por nós!



domingo, 23 de maio de 2021

Pentecostes


Para entendermos o verdadeiro sentido da Solenidade de Pentecostes, precisamos partir do texto bíblico que nos apresenta na narração: “Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído como de um vento forte, que encheu toda a casa em que se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia expressar-se. Residiam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações que há debaixo do céu. Quando ouviram o ruído, reuniu-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua” (At, 2, 1-6).
O catecumenato, ou formação dos catecúmenos, tem por finalidade uma "formação à vida cristã”.
A Iniciação à Vida Cristã é um processo de crescimento na fé de forma gradual e permanente.
Hoje nossa comunidade se alegra com dois jovens que receberam o batismo e realizaram sua primeira eucaristia.
Deus abençoe e proteja muito a caminhada deles com muitas bênçãos e perseverança.
Clique na foto e confira este momento.


Comunidade de Olhos d'água

 A comunidade de Olhos d'água celebrou com muita fé e entusiasmo a festa do Espírito Santo.

Fato marcante para toda a Igreja, para os povos, pois nela tem início a ação evangelizadora para que todas as nações e línguas tenham acesso ao Evangelho e à salvação mediante o poder do Espírito Santo de Deus.









sábado, 22 de maio de 2021

Santa Rita de Cássia

 Filha única de Antonio Lotti e Amata Ferri, nasceu em Roccaporena, a 5 km de Cássia, no ano de 1381, e foi batizada com o nome de Margherita (Margarida em latim que significa pérola ou pedra preciosa). Seus pais eram ‘pacificadores de Cristo’ nas lutas políticas e familiares entre os Guelfi e os Ghibelini. Deram o melhor de si mesmo na educação de Rita, ensinando-a inclusive a ler e escrever.

Seu grande desejo era consagrar-se à vida religiosa. Mas, segundo os costumes de seu tempo, ela foi entregue em matrimônio aos 16 anos para Paulo Ferdinando Mancini, um jovem de boas intenções, mas vingativo. Tiveram dois filhos, e ela buscou educá-los na fé e no amor.
Com uma vida simples, rica de oração e de virtudes, toda dedicada à família, ela ajudou o marido a converter-se e a levar uma vida honesta e laboriosa. Sua existência de esposa e mãe foi abalada pelo assassinato do marido, vítima do ódio entre facções.
Rita conseguiu ser coerente com o Evangelho perdoando plenamente todos aqueles que lhe causaram tanta dor. Os filhos, ao contrário, influenciados pelo ambiente e pelos parentes, eram inclinados à vingança. Com um amor heroico por suas almas, ela suplicou a Deus que os levasse antes que cometessem um grave pecado. Ambos, ainda jovens, vieram a falecer em consequência de doenças naturais.
Sem o marido e os filhos, Santa Rita entregou-se à oração, penitência e às obras de caridade. Ela também tentou ser admitida no Convento Agostiniano em Cássia, fato que foi recusado no início. No entanto, não desistiu e manteve-se em oração, pedindo a intercessão de seus três santos patronos – São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolas de Tolentino – e milagrosamente foi aceita no convento. Isso aconteceu por volta de 1441.
Seu refúgio era Jesus Cristo. A santa de hoje viveu os impossíveis de sua vida se refugiando no Senhor. Rita quis ser religiosa. Já era uma esposa santa, tornou-se uma viúva santa e, depois, uma religiosa exemplar. Ela recebeu um estigma na testa, que a fez sofrer muito devido à humilhação que sentia, pois cheirava mal e incomodava os outros. Por isso, teve que viver resguardada.
Morreu no ano de 1457 com 76 anos, após uma dura enfermidade que a fez padecer por quatro anos. Foi venerada como santa, imediatamente após a sua morte, como atestam o sarcófago e o Códex miraculorum, ambos documentos de 1457-1462. Seus ossos, desde 18 de maio de 1947, repousam no Santuário, em uma urna de prata e cristal fabricada em 1930.
Hoje, ela intercede pelos impossíveis de nossa vida, pois é conhecida como a “Santa dos Impossíveis”.
Santa Rita de Cássia, rogai por nós!


sexta-feira, 21 de maio de 2021

Santo Eugênio de Mazenod


Seu nome de batismo era Carlos José Eugênio de Mazenod. Nasceu na cidade de Aix-en-Provance, França, no ano de 1782, no seio de uma nobre família.
No ano de 1791, devido à Revolução Francesa, teve que emigrar com seus pais para Turim e Veneza, onde permaneceram por quatro anos sob a direção espiritual do sacerdote Bartolo Zinelli. No ano de 1808, contra a vontade da mãe, que sonhava com um casamento rico para o filho, começou seus estudos para o sacerdócio no Seminário de São Sulpício, Paris. Foi ordenado presbítero em Amiens, Picardia, no ano de 1811.
Nomeado Vigário Geral e, em seguida, Bispo de Marselha, na Provença, mostrou a plena medida de si mesmo. Construiu igrejas, criou novas paróquias, zelou com energia e afeto pela vida de seus padres. Intensificou a instrução catequética e as obras juvenis, recorreu às congregações dedicadas ao ensino e à assistência hospitalar.
No ano de 1816, se juntou com outros presbíteros na comunidade “Missionários da Provença”, dedicando-se à evangelização dos abandonados da Provença. Em 1818, estabeleceu uma segunda comunidade no santuário mariano de Nossa Senhora do Laus. Através de votos e dos conselhos evangélicos, os missionários tornaram uma congregação religiosa mudando seu nome para “Missionários Oblatos de Maria Imaculada”. O grupo recebeu aprovação papal em 17 de fevereiro de 1826.
Faleceu em 21 de maio de 1861, na cidade de Marselha. Inúmeras graças foram atribuídas à sua intercessão após sua morte. Sua canonização foi celebrada pelo Papa João Paulo II no ano de 1995.
Santo Eugênio de Mazenod, rogai por nós!


quinta-feira, 20 de maio de 2021

celebrações ao vivo


 Nós acompanhe pelo nosso canal do youtube. 

Celebrações sábado e domingo  às 19h. Cliquem no link , curtam, se inscrevam.

https://www.youtube.com/channel/UCXh1tuxRxAcEqI634P21A2A

São Bernardino de Sena


Nasceu em Massa Marítima, na Toscana, Itália, no ano de 1380. Muito cedo, infelizmente, perdeu seus pais; mas, por outro lado, a Providência Santíssima agiu na sua formação através de tias cristãs fervorosas. Tanto que oraram, testemunharam, foram canais da Providência Divina para a vida de São Bernardino.
Numa vida de oração e penitência, ele discerniu seu chamado a uma vida consagrada, entrando para a família franciscana na Ordem dos Frades Menores. Ali, tornou-se sacerdote.
São Bernardino possuía muitas qualidades; muitas delas, sobrenaturais. Muitos dons, dentre eles, o carisma da pregação. Um homem zeloso, liderou o movimento da observância em prol de uma vivência radical do carisma franciscano. Quantas pessoas, na Itália, conheceram esse santo por causa da eficácia do nome de Jesus!
Grande devoto; tanto que, nas leituras do ofício de hoje, encontramos um texto tirado de um de seus sermões: “O nome de Jesus é a luz dos pregadores, porque ilumina, com o seu esplendor, os que anunciam e os que ouvem a Sua Palavra. Por que razão a luz da fé se difundiu no mundo inteiro tão rápida e ardentemente, senão por que foi pregado este nome?”. Um grande pregador, ele reconhecia que tudo era graça na sua vida. Muitos puderam conhecer, através dos lábios desse pregador, o amor de Deus. Ele se expressou, revelou-se plenamente em Cristo Jesus na força do seu Espírito.
São Bernardino, como todos os santos e santas da Igreja de todos os tempos, foi conduzido pelo Espírito Santo. Centrado no mistério da Eucaristia, devotíssimo da Santíssima Virgem, ele se consumiu ao serviço da Palavra e do povo de Deus. No ano de 1444, ele partiu para o Céu após ficar muito doente e intercede por nós para que sejamos todos servos da Palavra para glória e de Jesus.
No ano de 1450 foi canonizado pelo papa Nicolau V. Seu túmulo se encontra na igreja dos Franciscanos em Áquila. São Bernardino de Sena é patrono dos publicitários italianos e de todo o mundo.
São Bernardino de Sena, rogai por nós!


quarta-feira, 19 de maio de 2021

Santo Ivo

 Santo do Dia 19 de Maio: Santo Ivo

Nasceu em Bretanha, região administrativa do oeste da França, no ano de 1253. Pertencente a uma família da pequena nobreza, de educação apurada e cristã, Ivo recebeu uma ótima formação. Aos 14 anos de idade, foi para Paris e Orleans, onde dedicou-se aos estudos de Filosofia, Teologia, Direito Eclesiástico e Civil. Foi aluno de São Tomás de Aquino e São Boaventura.

Exercia a profissão de advogado com maestria, tornando-se conselheiro jurídico e juiz eclesiástico. Trabalhou como juiz episcopal no ano de 1280, na cidade de Rennes.

No ano de 1284, foi ordenado sacerdote, mas continuou a exercer suas atividades como advogado e juiz. Ficou conhecido como o “Advogado dos Pobres”, pela defesa de pessoas com menos recursos e sem condições de pagar pelo serviço. Construiu um hospital, onde cuidava dos doentes pessoalmente, pois era um Frade Franciscano.

Um santo advogado, juiz e sacerdote. Partiu para o Céu com apenas 50 anos, devido às causas naturais, mas deixou-nos um grande testemunho de doação e amor ao próximo. Santo Ivo inclinou seu coração na presença de Deus, na busca da verdade, da misericórdia, da justiça e do amor.

Foi canonizado pelo papa Clemente VI no ano de 1347, a pedido de bispos e autoridades civis. Patrono dos advogados, dos juízes, oficiais de justiça e escrivães, sua festa é celebrada no dia 19 de maio.

“Jura-me que sua causa é justa e eu a defenderei gratuitamente.” (Santo Ivo)

Santo Ivo, rogai por nós! 



domingo, 6 de dezembro de 2020

São Nicolau 

O santo deste dia é São Nicolau, muito amado pelos cristãos e alvo de inúmeras lendas. Filho de pais ricos com profunda vida de oração, nasceu Nicolau no ano 275 em Pátara, na Ásia Menor. Tornou-se sacerdote da diocese de Mira, onde com amor evangelizou os pagãos, mesmo no clima de perseguição que os cristãos viviam.

São Nicolau é conhecido principalmente para com os pobres, já que, ao receber por herança uma grande quantia de dinheiro, livremente partilhou com os necessitados. Certa vez, Nicolau sabendo que três pobres moças não tinham os dotes para o casamento, e por isso o próprio pai, na loucura, aconselhou a prostituição, jogou pela janela da casa das moças três bolsas com o dinheiro suficiente para os dotes das jovens. Daí que, nos países do Norte da Europa, usando da fantasia, viram em Nicolau o velho de barbas brancas que levava presentes às crianças no mês de dezembro.

Sagrado Bispo de Mira, Nicolau conquistou a todos com sua caridade, zelo, espírito de oração e carisma de milagres. Historiadores relatam que ao ser preso, por causa da perseguição dos cristãos, Nicolau foi torturado e condenado à morte, mas, felizmente, salvou-se em 313, pois foi publicado o edito de Milão que concedia a liberdade religiosa.

São Nicolau participou do Concilio de Niceia, onde Jesus foi declarado consubstancial ao Pai. Entrou Nicolau no Céu em 324 ao morrer em Mira com fama de santidade e de instrumento de Deus para que muitos milagres chegassem ao povo.

São Nicolau, rogai por nós

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

 Celebração Eucarística e posse canônica do pároco Geraldino Mendes Pacheco, presidida por Dom Airton José dos Santos.





















quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Santos do dia

Domingos Jorge nasceu em Vermoim da Maia, perto do Porto (Portugal). Muito jovem, partiu para a Índia, onde combateu pela fé e pela Pátria. Aventureiro por natureza, empreendeu viagem para o Japão, onde, nesse tempo, reinava perseguição furiosa. Todos os missionários eram mortos, e mortos também todos aqueles que os acolhessem em suas casas. Apesar de todos os riscos, não quiseram os missionários estrangeiros abandonar para os instruir, animar e lhes administrar os sacramentos.

Domingos Jorge, membro da Companhia do Rosário, casou com uma jovem japonesa, à qual o missionário português, Padre Pedro Gomes, oito dias após o nascimento, deu o nome de Isabel Fernandes. Vivia este casal modelo no amor de Deus, na paz e na felicidade, perto da cidade de Nagazáki. Por bondade e piedade, receberam em sua casa dois missionários jesuítas e, naquela noite (era o dia da festa de Santa Luzia), o governador de Nagasáki ordenou que fossem presos os dois missionários juntamente com Domingos Jorge. Após um ano de prisão, foram condenados à morte. Domingos Jorge, após escutar a sentença, pronunciou estas palavras: “Mais aprecio eu esta sentença do que me fizessem Senhor de todo o Japão”.

Era o ano de 1619. Domingos Jorge foi amarrado ao poste no chamado “Monte Santo” de Nagasáki, onde tantos cristãos deram a vida por Deus, e, ali, juntamente com outros mártires rezando a oração do Credo, Domingos Jorge foi queimado vivo.

Passados três anos, na manhã de 10 de novembro de 1622, o “Monte Santo” de Nagasáki, regado com o sangue de tantas centenas de cristãos, apresentava um aspecto solene e comovedor. Ali se apinhavam mais de 30.000 pessoas para assistirem ao Grande Martírio, isto é, à morte de 56 filhos da Santa Igreja Católica. Entre eles, encontravam-se Isabel Fernandes, de uns 25 anos de idade, viúva do Beato Domingos Jorge, e seu filhinho Inácio, de quatro anos. Os mártires foram divididos em dois grupos: 24 religiosos de várias Ordens, condenados a morrer a fogo lento; os outros 32 eram constituídos por 14 mulheres e 18 homens (a maioria deste segundo grupo recebeu como condenação serem decapitados). Isabel Fernandes, antes de ser degolada juntamente com seu filhinho Inácio, exclamou: “De todo o coração ofereço a Deus as duas coisas mais preciosas que possuo no mundo: a minha vida e a do meu filhinho”.

Domingos Jorge, com a esposa Isabel Fernandes e o filho Inácio, foram beatificados pelo Papa Pio IX em julho de 1867.

Beatos Domingos Jorge, Isabel Fernandes e Inácio, rogai por nós